Dos “médicos de família” ao uso de aplicativos: novas tecnologias e novas relações

Muita coisa mudou desde a época em que os “médicos de família” iam as casas. Atualmente, o usuário do serviço de saúde faz diversas buscas na web, tanto para um diagnóstico, quanto para escolha do profissional. As recomendações ainda existem, mas o boca a boca agora é pelas mídias sociais. Estamos diante de um novo consumidor dos serviços de saúde e, por isso, temos que estar também diante de um novo profissional da área de saúde.

Saúde é um campo que requer atenção. Estamos lidando com pessoas, com vidas, com o bem estar da população. O usuário de saúde precisa passar por uma experiência positiva, se sentir seguro em relação ao atendimento, ao diagnóstico, ao ambiente em que foi atendido. Bons profissionais, infraestrutura, uma equipe preparada (desde a recepção) são primordiais, são a base para darmos início à implantação das ferramentas de marketing.

A inserção no mercado requer que as organizações sejam competitivas e dinâmicas e, para isso, muitas vezes, recorre-se à utilização de novas tecnologias, esperando-se que as pessoas que integram essas organizações passem a utiliza-las. Mas as reações dessas pessoas são as mais diversas, pois pode variar do deslumbramento ou até mesmo uma descrença. Azlgumas podem querer saber logo como utilizar, já outras podem ver como algo que irá “aumentar” o trabalho que elas já tem. As organizações e pessoas que oferecem serviços de saúde (seja pública ou privada), também estão inseridas nesse contexto. Contudo, há muita limitação em relação às ações de comunicação e marketing nessa área e, uma grande defasagem em relação às ações de marketing digital.

Há hoje diversos aplicativos voltados à saúde, direcionados aos pacientes, médicos, hospitais. Podemos contar com aplicativos que nos lembram o que devemos comer, quando beber água, tempo de exercício e, até mesmo medir nosso batimento cardíaco. O hospital Einstein, possui o aplicativo Eintein Vacinas para lembrar aos seus pacientes do calendário anual de vacinas. Um aplicativo que me chamou atenção promete “SAÚDE SEM PERDER TEMPO” e na sua descrição foca na facilidade e comodidade.

Esses são exemplos de como ao longo dos anos a relação entre médico e paciente passou por profundas alterações, onde os profissionais da área devem se adaptar as novas tecnologias e as novas formas de relacionamento. Lembrando sempre que uma ferramenta deve ser utilizada em conjunto com outras, através de um planejamento estratégico. Lógico que há muito que se estudar e debater, como questões éticas, por exemplo. Mas, se você parou para pensar um pouco mais sobre o campo marketing e saúde, esse post já valeu!

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