Economia Criativa

O conceito de Economia Criativa nasceu na Austrália, na década de 90 e ganhou força quando o governo inglês promoveu, de forma planejada, um desenvolvimento estratégico em diversos setores no final da mesma década.

O então primeiro ministro Tony Blair criou uma equipe para analisar as novas tendência mundiais e identificar quais setores a Inglaterra poderia ser competitiva. As parcerias público-privadas e mais treze setores da economia (cultura, educação, turismo, relações exteriores, arquitetura, dentre outros) foram selecionadas para iniciarem o projeto.

O conceito é baseado em diversas definições, dentre elas: o serviço prestado por meio do conhecimento, do valor intangível, da experiência e de ideias originais. Mas, a questão que gostaria de compartilhar com vocês é a de que esse conceito pode ser sim, trabalhado em qualquer setor da economia e ter relação direta com o crescimento e desenvolvimento, desde uma pequena organização até de um país.

Muitas empresas já perceberam que colocar a criatividade como alavanca para produzir valor é talvez o investimento mais seguro. Se pararmos para analisar, o valor gerado pela criatividade é muito superior ao de qualquer outro meio que o possamos utilizar. Um diferencial fundamental é que a criatividade não pode ser copiada pois é algo original e pessoal, diferente de outros processos que conhecemos.

Marcas como Nike, Natura, Apple e muitas outras que conhecemos, tem como centro de pensamento a marca como ativo principal, onde a percepção pelo cliente vai muito além do tangível, ou seja, dentro desses exemplos, podemos ressaltar a experiência com a marca. Estar em uma corrida promovida pela Nike em N.Y dentre milhões de pessoas é um momento fantástico. O que dirá da expectativa que ronda (meses antes) um lançamento da Apple. A Natura projetou seu conceito de sustentabilidade e integração com o meio ambiente para seus colaboradores e consumidores, proporcionando uma percepção de marca incrível.

A contribuição criativa na verdade sempre existiu na sociedade humana. O que podemos dizer é que estamos em um momento em que temos a consciência de poder fazer dela uma estratégia organizada, uma ferramenta ou solução geradora de valor e de diferenciais importantes. Lembrando que, por trás de tudo isso, há algo totalmente original e sem limites, o ser humano e sua insuperável capacidade de criar e de transpor barreiras, talento que deve ser mais incentivado e valorizado em nossa cultura.

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