3 motivos para entender e acreditar no branding

Investir em construção de marca pode ser acessível e não é nenhum pecado capitalista

Nas últimas semanas, o branding foi notícia para quem acompanha o mercado de comunicação e marketing.  A Abril Educação, que desde o início do ano vendeu as ações ao Fundo Tarpon e agora adquiriu os negócios da Saraiva Educação, apresentou a nova marca, cujo nome foi elaborado por Nizan Guanaes e a identidade visual pela Ana Couto Branding. Surgia no mercado a Somos Educação. A Coca-Cola passou a vender uma edição especial de latinhas sem rótulos no Oriente Médio. As latas, sem menção ao nome da marca, fazem parte de uma campanha contra o preconceito (os rótulos), que ocorre durante o Ramadã, o mês de jejum dos islâmicos. Confira o vídeo da campanha:

Mas, por que isso tem relação com sua marca ou com a empresa em que você trabalha? Porque é cada vez maior a preocupação com uma marca forte e o Brand é ao mesmo tempo:

1) Construção;

2) Criação de identidade;

3) Assimilação de valores.

As pessoas não estão mais satisfeitas em consumir apenas produtos e serviços. Os consumidores precisam ir além e se conectar aos valores que as empresas difundem. Valores no sentido de atitudes e crenças às quais a sociedade atribui importância. Por essa razão as pessoas consomem marcas e isso não é necessariamente danoso para ninguém. É um processo de aprofundamento das relações por qual passa a sociedade, e naturalmente, passa a relação dos indivíduos com as empresas (das quais consomem, onde trabalham, para as quais vendem…). É natural que as pessoas escolham comprar de quem se identificam não é mesmo?

Portanto, investir em branding é o primeiro passo para construir uma marca forte. E não são necessários milhões de reais ou de dólares. É preciso que as empresas tenham uma história para contar, encontrem um propósito forte de existência e defendam valores. Além disso, é importante que esse trabalho seja desenvolvido por profissionais.

A velha desculpa “o tênis da Nike que você compra não tem nada da Nike, apenas um ‘logotipozinho’” é, sim, um fato, porque a empresa terceirizou a fabricação do produto e resolveu concentrar esforços em comunicação. Mas, é também um exemplo de como essa comunicação das marcas com as pessoas tornou-se tarefa das mais importantes atualmente. Não é o ‘logotipozinho’ que as pessoas compram, é o que eles representam, ainda que seja a elegância e o status, como é o caso da Louis Vuitton. Entretanto, essa mesma Louis Vuitton também defende a criatividade, a inovação e o espírito empreendedor. Os pontos cruciais são dois:

1º Marcas são feitas por pessoas e se relacionam com pessoas;

2º Não há demérito em consumir marcas.

O ponto de atenção reside no que elas defendem e como defendem na prática.

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