Olá, pessoal!!! Estava aqui pensando sobre o que escrever que pudesse juntar conhecimento e prazer para nossos leitores e lembrei-me do livro que acabei de ler para o trabalho de Branding que fiz para o MBA e achei uma ótima ideia passar esta informação para nossos queridos leitores. No começo pensei “Ah, mas não é sobre Marketing Estratégico e nem Planejamento de Marketing…”, mas na verdade tem tudo a ver, trata de como o “não planejamento”, para algumas empresas e algumas marcas, também pode dar certo.

O livro é Nos Bastidores da Playboy – o jeito Playboy de gerir uma marca, escrito por Susan Gunelius. Calma… o livro não é sobre sexo ou mulheres nuas, mas sim sobre a marca Playboy que, mesmo após muitos altos e baixos, tem se mantido no mercado há meio século!!!

A Playboy é uma marca icônica e presente globalmente e que passou de um produto extremamente controverso a uma espécie de commodity ao longo deste meio século.

Hugh Hefner, americano e filho de pais protestantes, foi quem visualizou um nicho no mercado. Ele idealizou o produto principal que é a revista e deu como nome para ela a marca que se tornou mais conhecida mundialmente e a transformou em uma marca sólida e forte e que teve o poder de sustentar a empresa durante altos e baixos de sua história. Hefner não entendia nada de marketing ou de marca, mas quando via uma oportunidade de estender a marca, ele aproveitava.

Não vou entrar em muitos detalhes sobre como ele chegou até aqui, pois acho mais interessante que, aqueles que ainda não leram este livro, leiam. Não importa sua exata área de atuação o livro traz desde lições de como iniciar um negócio sem nenhum dinheiro no bolso, como gerir uma empresa, como agregar novos produtos ao seu negócio, sem nunca perder o foco da marca, como ser e fazer de seus funcionários embaixadores da sua marca, e ainda, como dar a volta por cima e se recolocar quando as coisas parecem perdidas.

Tudo isso lembrando que nos anos 50, o sexo, fotos de mulheres nuas, satisfação de desejos, eram tabus, porém a ideia de Hugh era libertar as mentalidades quebrando tais paradigmas.

Enquanto produto o sucesso da Playboy se deu por 3 razões:

  1. Satisfazia uma necessidade existente, de um nicho não atendido;
  2. Era diferente de qualquer outro produto no mercado;
  3. Era voltada a um nicho específico.

E quanto à marca, sem conhecer nada sobre branding, ele incorporou os três passos básicos do branding desde o inicio:

  1. Definição da imagem da marca.
  2. Comunicação da mensagem da marca;
  3. Persistência e coerência na mensagem que marca e imagem devem passar.

Enfim, não vou me estender muito para não contar o livro todo pra vocês, na verdade esta é minha vontade..rsrs.. mas leiam o livro, e depois me contem o que acharam.

Abraços a todos e até o próximo mês!

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3 comments

  1. Vanessa Alkmim

    Oi Bel!
    Adorei seu texto!
    Meu trabalho de conclusão da graduação foi como o “não planejamento” é planejamento e a “não estratégia” é estratégia. E o case da Playboy também serve como um ótimo exemplo, não é?
    Parabéns pelo artigo! Amei!
    Abraços!

    • Bel Cabreira

      Oi Van !!! Nossa com certeza vale como um bom exemplo !!! Sugiro a leitura !!! rsrs
      Tenho certeza que vai se apaixonar como me apaixonei !!! :-)
      Bjs
      Bel

  2. Olá Bel!

    Bem que você comentou que tinha gostado desse livro, hein!

    Hugh foi um grande visionário e deu certo, né?

    Beijos,

    Pri