CONSUMIDOR MOBILE: hábitos e tendências

O bolso do consumidor não guarda apenas chaves e carteiras. Guarda também uma arma. Uma arma que pode servir de ferramenta para fornecer dados que permitem mapeamento de atividades, tendências, nichos e afins.

Até 2014, o Brasil já deve ser o 4º mercado mundial de smartphones. Hoje em dia, 14% dos brasileiros já tem um, e 2 de cada 3 internautas acessam a internet pelo celular. Nos Estados Unidos, por exemplo, o tráfego móvel cresceu 430% esse ano, e 22% de todo conteúdo consumido, é por dispositivos móveis. E com certeza, esses números não vão parar de crescer.

E quais são seus hábitos mais comuns?

Estar conectado é certo. Acessar as redes sociais também. Para uma pequena comparação, segundo números da eMarketer, ¼ da população norte-americana acessa as redes sociais pelo seu smartphone. Em 2010 no Brasil, apenas 3% acessavam as redes sociais pelo seu aparelho móvel, número que hoje ultrapassa os 59%, segundo uma pesquisa do navegador Opera Mini. Ainda falando em consumo, o brasileiro baixa, em média, 24 aplicativos por ano, e nas suas preferências estão, em ordem, aplicativos para as redes sociais, email’s, comunicação, notícias, fotos, jogos e mapas.

E as oportunidades?

Segundo a Câmara e-Net, houve um crescimento de 400% nas compras realizadas por dispositivos móveis somente no 1º semestre de 2012. O Mobile-Commerce tem tudo para ser tendência em 2013.

A publicidade móvel também levanta números interessantes. Quando questionados sobre o assunto, 65% dos usuários aceitam os anúncios, desde que esses tragam uma experiência interativa. Além disso, o design responsivo é unanimidade entre eles, que dão valor a marca que permite uma interação tanto no Desktop quanto em qualquer outra tela. Pegando um gancho nesses dados, o Ibope divulgou que 1 em cada 6 brasileiros navegam enquanto assistem TV. Ou seja, um marketing explorando a 2nd screen, permite um engajamento enorme.

As oportunidades são inúmeras, e o consumidor está a sua espera.

Mas, me diga: Você ainda tem dúvida que sua audiência está no bolso?

 

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6 comments

  1. Absolutamente correto, ARTHUR! :)

    O celular já é considerado a 7a Mídia (além da impressa, gravada, cinema, rádio, Tv e internet), com os seguintes benefícios únicos:
    . Primeira mídia de massa pessoal;
    . Permanentemente conectada;
    . Sempre à mão;
    . Permite pagamentos no próprio dispositivo (não dá para comprar usando a Tv, o jornal, o rádio, etc);
    . Disponível para impulsos criativos (tira fotos, grava vídeos, os mais modernos permitem até anotações manuscritas!);
    . Informações mais precisa sobre o público;
    . Captura o contexto do consumo (hora, local, etc);
    . Possibilita realidade aumentada.

    Veja outros números surpreendentes sobre Mobilidade:
    . 150 vezes ao dia. É a quantidade média mundial de vezes que alguém confere seu celular. É uma vez a cada 7 minutos, contado apenas o período que se está acordado;
    . 10% das pessoas na Europa já toparam com algum obstáculo na rua por estarem distraídas digitando ou lendo algo ao celular;
    . 42% dos adolescentes americanos são capazes de digitar um SMS sem olhar para seu celular;
    . 48% dos adolescentes ingleses enviam SMS enquanto conversam com outras pessoas;
    . 28% dos britânicos abandonaram o relógio por usar o do celular;
    . 70% dos donos de smartphones usam-nos dentro de lojas físicas para comparar preços e pesquisar produtos alternativos.

    Existe uma “revolução (móvel) silenciosa” em andamento…
    Sugiro não ficarmos parados… ‘bora ‘mover-nos’!? :)

  2. Isabel Gareta

    El empreario que tenga dudas sobre si su cliente está “no bolso” ya llega tarde, la tendencia de esto es crecer más y más y, ahora que tenemos todo lo que queremos al alcance de la mano es casi improbable que se retroceda a los antiguos hábitos de compra.

    Saludos

    • Arthur de Castro

      Muy cierto Isabel! el empresario que no ve, sin duda se quedará atrás. mobile ya es una realidad!

  3. Ótimo texto Arthur, mas temos também que perceber que navegar pelo tablet ou note ou pc ainda não sinônimo de e-commerce. Audiência, claro, mas da audiência para conversão em resultados. Há uma diferença entre o navegar e o comprar que o mercado precisa ainda superar, e muito. A indústria precisa construir a confiança do consumidor em plataformas móveis de compras, refinando a experiência de compras online, oferecendo mais ofertas móveis personalizadas para incentivar a compra e garantindo que os pagamentos móveis sejam seguros e sem complicações.

    • Arthur de Castro

      Marcos, o M-commerce se diz respeito a tudo que compramos através de dispositivos móveis. Desde aplicativos, músicas, compra de ingressos para cinema ou festas e muitas outras coisas. A conversão dos clientes e a confiança nesses serviços tende a crescer, assim como a segurança e ofertas. Do mesma maneira que quando começaram os pagamentos via internet, existia uma grande desconfiança, e hoje em dia já temos uma grande aceitação.

  4. Arthur de Castro

    @AndreVarga pois é, quem não percebe essa “revolução” acontecendo, certamente ficará para trás. Mobile não é futuro, Mobile é realidade!