Caro leitor, fico muito feliz por você, no meio do corre corre de sua vida, parar para ler mais um artigo, e por ser o meu, se permita imaginar recebendo um forte abraço.

Bom, já começamos o tema falando de gratidão e tem tudo haver com o tema de nosso artigo de hoje. Interagir com o outro nos leva a entender a condição emocional, na qual irá se apresentar sintomas que podem desencadear a depressão, e a gratidão nos ajuda a quebrar uma forte barreira, a auto exclusão social.

A depressão, chamada mal do século, está a cada ano “ganhando” destaque no cenário empresarial. Somente no ano de 2016 afastou cerca de 75 mil trabalhadores de seus postos de trabalho. Esse número representa em torno de 37,8% de todos os afastamentos ocorridos naquele período, que tiveram motivação nas doenças psicossomáticas como a depressão, o estresse, a ansiedade, transtornos bipolares, esquizofrenia e transtornos mentais relacionados ao consumo de álcool e cocaína. Ainda em 2016, foi registrado o “incrível” número de 199 mil pessoas afastadas com direito a auxilio doença provenientes dessas doenças e o número só vai crescendo e superou o ano de 2015 (178,8 mil).

A organização Mundial de Saúde (OMS) já divulgou uma previsão de que até 2020 a depressão será a doença que mais vai afastar os trabalhadores de seus trabalhos e a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) informa que de 20% a 25% da população, têm ou terão um quadro de depressão em algum momento da vida. PREOCUPANTE!

Interferência no ambiente de trabalho

 

Tendo em vista todas as informações passadas neste artigo já podemos notar o quanto que essa doença interfere na capacidade laboral,sobretudo, porque os sintomas impactam nossas habilidades sociais. Desta forma como conseguir trabalhar?

Seguem alguns sintomas:

· Humor depressivo ou irritabilidade, ansiedade e angústia;

· Desânimo, cansaço fácil, necessidade de maior esforço para fazer as coisas;

· Diminuição ou incapacidade de sentir alegria e prazer em atividades anteriormente consideradas agradáveis;

· Desinteresse, falta de motivação e apatia;

· Falta de vontade e indecisão;

· Sentimentos de medo, insegurança, desesperança, desespero, desamparo e vazio;

· Pessimismo, ideias frequentes e desproporcionais de culpa, baixa autoestima, sensação de falta de sentido na vida, inutilidade, ruína, fracasso, doença ou morte;

· A pessoa pode desejar morrer, planejar uma forma de morrer ou tentar suicídio;

· Interpretação distorcida e negativa da realidade: tudo é visto sob a ótica depressiva, um tom “cinzento” para si, os outros e o seu mundo;

· Dificuldade de concentração, raciocínio mais lento e esquecimento;

· Diminuição do desempenho sexual (pode até manter atividade sexual, mas sem a conotação prazerosa habitual) e da libido;

· Perda ou aumento do apetite e do peso;

· Insônia (dificuldade de conciliar o sono, múltiplos despertares ou sensação de sono muito superficial), despertar matinal precoce (geralmente duas horas antes do horário habitual) ou, menos frequentemente, aumento do sono (dorme demais e mesmo assim fica com sono a maior parte do tempo);

· Dores e outros sintomas físicos não justificados por problemas médicos, como dores de barriga, má digestão, azia, diarreia, constipação, flatulência, tensão na nuca e nos ombros, dor de cabeça ou no corpo, sensação de corpo pesado ou de pressão no peito, entre outros.

Causas e Tratamentos:

Vários estudos sobre as causas desse mal indicam se tratar de uma síndrome, por ser um conjunto de doenças que se potencializam, que não tem uma origem externa. Essa “epidemia” não surge e se multiplica, necessariamente, a partir de estímulos nas empresas, normalmente provocadas por algum assédio moral ou algo parecido. Neste caso, eles só aparecem como um “gatilho” que estimula uma patologia já instalada. Suas causas tem a prevalência genética ou uma predisposição que acomete, pelo menos, 19% da população mundial.

Seus tratamentos provem inicialmente a partir de um diagnóstico profissional, lembrando que os sintomas que citei acima, isolados e temporários, não significam depressão. O que vai determinar o quadro depressivo é a intensidade e periodicidade do sintoma, portanto, antes de qualquer coisa procure um profissional. O tratamento tradicionalmente é medicamentoso (não faça automedicação!), também existem vários recursos alternativos que trabalham em cima dos sintomas, principalmente na diminuição da ansiedade, tais como: Terapia, medicação, tratamentos alternativos (a ordem pode não ser essa).

Mude seu estilo de vida

Mudanças no seu estilo de vida vão te ajudar e muito:

  • Pratique exercício;
  • Tenha uma alimentação saudável;
  • Durma bem;
  • Tenha mais tempo com a família e amigos;
  • Administre seu stress e os seus compromissos;
  • Afastar-se do álcool ou drogas.

Atenção: depressão não é frescura!

Se você se identificou com o que leu, PROCURE AJUDA! Se tiver amigos nesta situação, AJUDE! Não pense que apenas “ignorando” os sintomas irá passar, isto não vai acontecer. Se preocupe com o ser mais importante do mundo… VOCÊ.

Viva lá vida!!!

Julio Pascoal é Desenvolvedor de Carreiras, Hipnoterapeuta; Especialista em neurolinguística.
Referência:
Ministério da Saúde
Organização Mundial de Saúde (OMS)

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