NBA no Brasil… Estamos Preparados para os Impactos dos Grandes Eventos Esportivos?

Eu amo Basketball. A grande parte das pessoas que me conhecem sabem disso, porém creio que a maioria de vocês leitores não sabem.

Costumo dizer que graças a esse esporte tive grande parte das lições de gestão que pratico hoje em dia. Esse jogo lhe dá a oportunidade de trabalhar em equipe, tomar decisões rápidas e importantes, bem como, com uma única decisão ganhar ou perder um jogo… muito próximo ao Marketing não é mesmo?

E como amante desse jogo, não podia deixar de abordar o fato de que a NBA, a liga de Basketball profissional dos Estados Unidos,  fará um jogo de sua pré-temporada no Rio de Janeiro no dia 12/10.

Para os amantes de jogo, é uma grande oportunidade, uma maneira de ver de perto os melhores jogadores do mundo, porém há um teste :  Estamos preparados mercadologicamente para os impactos de grandes eventos esportivos, como a Copa do Mundo e as Olimpíadas ?

Ao acompanharmos nessa semana, toda a movimentação em torno do evento do próximo sábado, podemos perceber que temos muito a aprender… ainda…. Já durante a Copa das Confederações percebi que as organizações não capitalizaram suas iniciativas para potencializar os negócios. Basta que façamos um pequeno teste no atendimento das lojas e estabelecimentos que possuem algum tipo de ligação com tais eventos. A fraca exposição de produtos e serviços ligados aos eventos e a completa falta de treinamento de muitos vendedores e atendentes.

Tais eventos poderiam ser o grande laboratório para essas empresas que buscam , de alguma forma, capitalizar suas iniciativas e suas vendas através de tais eventos. Em todos os lugares, tais eventos deixam seus legados, como estrutura e principalmente o desenvolvimento dos mercados em que ocorrem ( o maior exemplo disso é Barcelona depois de 1992), porém como sempre aqui no Brasil a probabilidade é que façamos tudo na última hora, “nas coxas”.

Gostaria que todas as empresas se espelhassem na patrocinadora oficial da NBA no mundo. Essa semana inteira, antes do jogo, ela potencializou as ações em torno do evento e suas vendas e exposição de marca cresceram exponencialmente. Seguir exemplos não tem mal nenhum!

O problema é que infelizmente muitas das organizações deixarão para a última hora e o pensamento de curto prazo, continuará a ser a constante em terras tupiniquins!

Parafraseando Oscar Schmidt, o mão santa, que sempre ao ser perguntado se gosta ou não de seu apelido, sempre responde… “Não sou Mão Santa… Sou Mão Treinada!”

Que tal se treinarmos bem, para fazermos bonito no jogo?  #FicaaDica

Até a próxima!

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8 comments

  1. Olá Clayton!

    Eu sei do seu amor pelo basket, inclusive… Prcisamos marcar o nosso 21 que está pendente há mais de um ano!!!

    Não sabia dessa novidade! NBA no Brasil?
    Confesso que meu receio foi às alturas… Afinal porque se programar se podem improvisar? Me refiro ao pensamento que muitos profissionais tem.

    Com certeza, benchmarking não faz mal a ninguém.

    • Clayton Alves Cunha

      Priscila,

      É verdade temos que marcar. O problema é que estou com os ligamento do joelho direito parcialmente rompidos… quando melhorar agente marca!
      Obrigado pelo Comentário!

      []’s

      Clayton Cunha

  2. Ótima matéria! NBA no Brasil é sensacional, falando do jogo!

    E a própria turnê dos times da NBA pelo mundo gera um capital enorme para os donos das franquias.

    • Clayton Alves Cunha

      Felipe,

      Obrigado pelo comentário!

      []’s

      Clayton Cunha

  3. Luiz Antonio de Lima

    Infelizmente estamos fadados a permanecer um país de terceiro mundo isso colocado com muito otimismo. Nosso governo e nossas grandes mentes estão direcionadas ao próprio nariz atuando amadoramente em todos os setores que possamos imaginar. As decisões políticas e legislativas são totalmente tendenciosas e todos já sabemos para qual lado. Uma prova que este pais nunca fará nada profissional com relação ao esporte no Brasil é o fato da migração precoce de nossos talentos para o exterior em quase todas modalidades esportivas. Essa migração tem como principal causa, além de salários altos oferecidos, a questão de educação, segurança e saúde que são lembradas apenas em vésperas de eleições, são ineficazes no Brasil e não há cenário algum de melhora. Podemos lembrar que o nosso maior protagonista esportivo, “Pelé”, ha 30 anos atras quando fez o gol 1000 de sua brilhante carreira tentou através de uma frase sensibilizar a todos: “Precisamos cuidar de nossas crianças”… olha só o que aconteceu com o filho dele, Edinho”… Mas isso é apenas uma pequena análise de fatores políticos e sociais que interferem no desenvolvimento esportivo… Uma reforma tributaria e programa de incentivo fiscal para atrair mais investidores com trabalhos direcionados ao esporte, patrocinando com responsabilidade e competência a formação do jovem de talento em parcerias aos clubes que serão obrigados a modernizar suas administrações se transformando em Clube/Empresa e consequentemente oferecendo instalações adequadas para a lapidação do craque… Podemos dizer que esse campo é explorado de forma amadora pelos profissionais de MKT pois estamos falando um mercado inesgotável de consumidores. O esporte é uma paixão dos brasileiros, quem não pratica admira e acompanha… Agora respondendo se será um sucesso os eventos esportivos internacionais realizados no Brasil?? Será divulgado que sim… pois este pais se acostumou com a Lei de Gerson e farão de tudo para colocar a sujeira debaixo do tapete… Aguardem a herança dos eventos…

    • Clayton Alves Cunha

      Luiz Antônio,

      Obrigado pelo comentário!

      []’s

      Clayton Cunha.

  4. Ricardo Moreira

    Culturalmente as organizações brasileiras não conhecem o potencial de investimento e de retorno do esporte como meio de marketing e de relacionamento com seu publico.
    Basta olharmos em linhas gerais, tirando o futebol o investimentos em patrocínio de atletas e ou eventos esportivos não fazem parte do orçamento de MKT das empresas nacionais e de multinacionais alocadas no Brasil.
    Já tivemos a oportunidade de ver grandes nomes do esporte surgirem e não ter patrocínio adequado ou o “Boom” de alguma modalidade esportiva em determinada época e as empresas explorarem o potencial de marketing somente na época do fato.
    O investimento das empresas nacionais em marketing ligado ao esporte é míope e oportunista, o que é lamentável, pois além de gerar frutos sociais o esporte é uma paixão intrínseca da população tendo publico alvo em todas as suas modalidades e formas.

    • Clayton Alves Cunha

      Ricardo,

      Muito bom o seu ponto de vista!
      Obrigado pelo comentário!

      []’s

      Clayton Cunha.