O romantismo do marketing

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Filmes românticos não são meus preferidos, mas assisto a alguns, sempre em boas companhias, ou até sozinho mesmo. O último que assisti foi “A Culpa é das Estrelas”, baseado no livro homônimo do Nicholas Sparks, famoso autor do gênero. Você já assistiu? Gostou da história?

Normalmente, esse gênero normalmente tem identificação com os nossos sentimentos, e por isso acabam nos cativando de alguma maneira. Isso, para mim, muito se aproxima do que o marketing pode causar: uma identificação da marca com os nossos sentimentos.

Talvez, os conceitos que as pessoas tem sobre o que é e como se faz marketing sejam bastante “agressivos”, no sentido de perceber o marketing como uma estratégia para obrigar, ludibriar, enrolar, fazer com que as pessoas comprem um produto ruim, que parece bom por causa “do seu marketing”.

Mas o marketing é mais romântico que isso. É verdade que a origem dele, e seu desenvolvimento histórico, tem menos envolvimento com o consumidor, porém, justamente essa evolução vem de um envolvimento menor para uma relação cada vez mais próxima com a sociedade. Nesse sentido, é impossível considerar o marketing como algo agressivo. As marcas que ainda pensam assim são aquelas que ficam para trás.

Por que o marketing tem seu lado romântico?

a) porque ele não deve se preocupar em simplesmente vender produtos (ainda que isso seja importante e extremamente necessário para a sobrevivência da empresa; não sejamos inocentes!), mas em fazer com que as marcas conquistem as pessoas em sua plenitude (mente, coração, alma, valores, princípios);

b) porque marketing não é algo feito só por um departamento, mas uma razão de ser da empresa, direcionado por sua missão, visão e seus valores. Ou seja, é algo que é construído de acordo com o clima da empresa, e não há “enrolação”: ou se gosta dos valores, da gestão, dos processos internos, ou não. Isso traduz o sentimento dos colaboradores, e o que eles transmitem para o consumidor;

c) porque não é possível manter clientes com “enrolação”. O consumidor não é mais desprovido de informação. A internet é uma das principais ferramentas para se saber sobre as marcas e as empresas. Portanto, ou há uma boa relação com eles, ou nada feito.

No filme que eu assisti, o casal demonstra o quanto conquistou um ao outro, mantendo atitudes românticas. Isso faz com que haja a fidelidade, que para o contexto de marketing, podemos chamar de fidelização. Dentre tantos outros benefícios que o romantismo assume, o que dizer de um casal apaixonado, que faz de tudo para manter acesa a relação, o amor, o sentimento, o companheirismo, a parceria? Não é isso que as marcas querem de seus consumidores? Logo, elas também precisam ter essa atitude, essa percepção.

E então, podemos ser mais românticos, profissionais de marketing?

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