Por que não fazer parte das mídias sociais?

Em 2012 participei de um evento em Belo Horizonte “ECOM 2012”, e neste dia, abriu-se espaço para perguntas aos palestrantes. Um senhor, que pela aparêcia posso afirmar que era da geração X, disse a um dos palestrantes que não concordava pela afirmação que o mesmo deu: “As empresas que não adotarem as mídias sociais vão falir entre 5 anos”. Este senhor não se convenceu e não aceitava esta afirmação, não acreditava que seu restaurante em BH vai à falência, caso continue com a mente fechada para as mídias sociais.
As mídias socias vieram pra ficar e são ótima ferramentas de apoio no desenvolvimento de estratégias, planejamentos, imagem dentre outras infinidades no meio organizacional.

Conforme e-book fornecido pela Scup, observamos que:

“Dados do IBOPE(1) apontam, no primeiro trimestre de 2012, a existência de 82,4 milhões de usuários únicos de internet no Brasil com mais de 16 anos. Isso significa algo em torno de 43% da população brasileira acessando a internet. Dados do Socialbakers(2) mostram que havia quase 50 milhões de usuários brasileiros no Facebook em junho de 2012. Já o Twitter registrava 33,3 milhões de usuários tupiniquins em janeiro de 2012(3). A cada dia avança a popularização de dispositivos com acesso à rede 3G e cresce o número de espaços públicos e estabelecimentos com Wi-fi. Em 2011, o Brasil foi o 3º maior mercado consumidor de computadores e o 5º maior mercado de telefones celulares(4). A infinidade de dispositivos com acesso à rede permite ao usuário compartilhar opiniões e situações em tempo real. Isso significa pessoas atualizando seu status nas mídias sociais, inclusive enquanto visitam lojas físicas e virtuais, enquanto esperam para ser atendidos, antes, durante e após usarem algum serviço. À primeira vista, a situação parece ser um motivo de preocupação para as empresas – afinal, trata-se de mais um canal de comunicação para gerenciar o relacionamento com o cliente. Por outro lado, a possibilidade de aprendizado com o consumidor nunca esteve tão acessível.”

Esses dados são uma pequena parte, entre inúmeros dados disponíveis que compravam o crescimento constante das mídias sócias. As organizações também deveriam fazer aquela tradicional pergunta de entrevista de emprego “com você se vê daqui 5 anos?”, independente se é micro e pequena, media ou de  grande porte. Muitos ainda fecham os olhos, para nossa atual era digital.

Percebe-se então a necessidade de algumas organizações integrar-se “Mídias Sociais”.  De modo gera,l a solução seria aderir-se a nova geração prevenindo futuros problemas como; perca dinheiro, clientes e imagem… E este são elementos essências para permanência no mercado competitivo e consumidores exigentes.

IBOPE: empresa brasileira de pesquisas de mercado. www.ibope.com.br

http://www.socialbakers.com/facebook-statistics/?interval=last-month#chart-intervals

http://semiocast.com/publications/2012_01_31_Brazil_becomes_2nd_country_on_Twitter_superseds_Japan

http://idgnow.uol.com.br/mercado/2012/03/05/dilma-defende-universalizacao-das-tics-na-abertura-da-cebit-2012/

E-book Scup (gratuito) – http://ideas.scup.com/pt/ebooks/como-monitorar-as-midias-sociais-e-ter-insights-para-o-seu-negocio/

 

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