As lições de gestão deixadas pelo futebol em 2014

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Que o Brasil é o país do futebol nós sabemos, mas esse ano foi diferente e memorável por dois fatores: a Copa do Mundo foi sediada em nosso país e a fatídica derrota da seleção brasileira por 7 X 1 para a Alemanha. Sim, fomos do céu ao inferno em apenas um mês. Mas, ainda assim, foi possível tirar algumas lições de gestão tanto no campeonato mundial, quanto no Brasileirão.

Vamos começar pelos nossos algozes! Para disputar a Copa de 2014, a Alemanha investiu em planejamento de longo prazo, marketing, liderança, estratégia e tecnologia. Tudo isso resultou na formação de um time com bons jogadores e um sistema tático dos mais avançados, além de terem conquistado a simpatia dos brasileiros. Trabalho de equipe que se iniciou em 2006 (depois de um amargo terceiro lugar no mundial disputado no próprio país) com objetivo de modernizar o futebol e conquistar o título de melhor seleção de futebol do mundo, no Brasil. Contextualizado à gestão, pode-se dizer que a estratégia utilizada pelos alemães não é muito diferente da utilizada para se atingir as metas e alcançar o sucesso no próprio negócio.

O mesmo não fez a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) com a nossa seleção nos últimos quatro anos. A CBF trocou três vezes de técnico (Dunga, Mano Menezes e Felipão) e optou por continuar com o futebol de improviso. Um erro de gestão que se adotado por empresas pode levá-las a fechar as portas.

Muitos pensam que basta ter recurso financeiro para garantir a vitória do seu negócio, mas a nossa seleção mostrou que não é bem assim. O futebol de Santa Catarina, por exemplo, terá quatro times na séria A do Campeonato Brasileiro de 2015, apenas um a menos que São Paulo com cinco times na elite do futebol brasileiro. Se compararmos os recursos que os paulistas têm com os dos catarinenses, podemos dizer que dinheiro não foi o fator determinante.

Nereu Martinelli, presidente do Joinville, em entrevista ao Jornal Nacional afirmou que o sucesso dos clubes catarinenses se deve à inteligência administrativa adotada pelos seus dirigentes, com foco no lado empresarial. “O segredo está em uma gestão que mistura 70% de razão e 30% de emoção”. Os clubes de Santa Catarina com recursos bem inferiores aos dos times paulistas, mineiros e cariocas, investiram em trabalho profissional, folha de pagamento enxuta, sem supersalários e boa infraestrutura, com a construção de Centros de Treinamento.

Sem dúvida, os times catarinenses e a seleção alemã nos deram uma boa aula de gestão de empresa, seja ela pequena, média ou uma multinacional. O mais importante é saber que planejamento e estratégia são fundamentais para se alcançar os objetivos traçados, independente do mercado em que você atua.

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